Chega um dia que você pensa que tomou decisões precepitadas, e se arrepende e deseja voltar no tempo, pra mudar uma frase, falar algo mais, tomar atitudes diferentes, mas você percebe que já é tarde, mas será que é tão dificil dizer aquilo que você sente? séra que é mais conveniente mentir, finjir que esqueceu de contar a verdade e confundir você mesmo ou é melhor entrar na chuva com vontade de se molhar e não com vontade de fujir? se as nuvens se formaram então que elas desabem, se descarreguem, pra depois você ver o céu clareando e saber que é o sol que vai nascer. O que não pode acontecer é você perder oportunidades que talvez nunca mais baterão a sua porta, você tem vontade de ouvir mas tapa os ouvidos, tem vontade de ver mas fecha os olhos, tem vontade de amar mas não abre os braços, tem vontade de viver mas insiste em se esconder com medo de sofrer e se arrepender e não entende que depois de uma noite vem o amanhecer dando chances pra você se refazer.
terça-feira, 19 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011

Deixe-me tocar seu rosto. Deixe-me acariciar sua nuca, olhar nos seus olhos, beijar sua testa, pegar sua mão e apertá-la em meu peito, lhe mostrando o quanto meu coração acelera quando estamos juntos. Deixe-me sentir sua pele e percorrer com meus dedos todas as partes do seu corpo.
Permita-me, mostrar os sentimentos que guardei pra você esse tempo todo. Dar-lhe todos os beijos que desejo. Abraços que te faça sentir seguro, beijos que esquentariam seus mais frios dias, sonhos que construiremos juntos, num mundo só nosso. Pra você, e somente pra você, tenho guardado esse coração que canta, dança e voa, procurando essências que agradem seu tato, olfato e paladar.
Escute minha voz, encontre nela um porto seguro, um quarto quente num dia de chuva. Conte-me seus medos, suas dores e seus segredos. Você estará dentro de mim enquanto esse amor me permitir respirar.
Deixe o mundo nos guiar e nos levar pra onde haja paz e conforto. Onde o nosso amor seja eterno, e seu sorriso faça parte, não mais dos meus sonhos, mas dos meus mais sóbrios devaneios.
Postado por Daay Barcelos às 07:42 0 comentários

Eu estarei aqui para sempre, até quando você não quiser, até quando não merecer;*
DDC: Débora Evelyn ♥
Postado por Daay Barcelos às 07:33 0 comentários
quinta-feira, 10 de março de 2011
Postado por Daay Barcelos às 19:48 0 comentários
A tal da amizade ;**
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- pedacinhodegentemêo'
Tenho certeza de que mesmo não nos encontrando tanto (uma vez perdida ne ? rs) o amor e a amizade que aprendemos a sentir uma pela outra só aumenta. Obrigada por me mostrar o lado bom da palavra amizade . Obrigada por ser minha bonequinha.
T e a m o ♥
“Na minha memória - tão congestionada - e no meu coração - tão cheio de marcas e poços - você ocupa um dos lugares mais bonitos.”
Postado por Daay Barcelos às 19:18 2 comentários
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Minha gente. Não adianta. Você pode varrer a sujeira pra debaixo do tapete. Você pode embolar tudo e fechar o armário. Mas peraí. Você vai agüentar a bagunça da sua vida até quando? Você vai fingir que está tudo em ordem pra quê? Pra inglês ver? Ah, dá um tempo. Ninguém aquii é inglês. Ninguém vai abrir a porta e ver você desmoronando. Por isso, um conselho: Limpa sua sujeira. Limpa suas feridas. Limpa sua alma. Faz uma faxina nesse coração. E - preste atenção - faz isso logo. Porque dá rato.
A ordem é desocupar lugares. Filtrar emoções. Jogue tudo fora sem apego, sem melancolia, sem saudade.
Que bons ventos tragam novas - e maravilhosas - energias!!!!
Postado por Daay Barcelos às 18:46 0 comentários
segunda-feira, 7 de março de 2011
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Esse era o segundo encontro entre Isabella e Bernar, o primeiro havia sido um desastre. Poucas palavras, um único abraço, e milhões de olhares ao longo da noite. Dessa vez, ela sentada ao longe, observa Bernar, sem estar alegre ou triste, queria sentir a emoção do momento. Ele dedilhava algumas notas musicais, seu melhor passatempo, não percebeu a presença da garota. Ele tocava uma canção, da qual ela só se lembra dessas palavras:
“A minha verdade agora, são palavras mudas, as quais eu já posso tocar, enterradas em mim, me machucam, indolores, como o cheiro das flores que já não mais sinto.”
Ela optou por calar-se. Não, não porque á obrigaram. Mas porque não existiam palavras, matou-as minutos antes. Então calou-se. Preferiu a solidão cruel que o silêncio lhe trouxe, do que o arrependimento vergonhoso que as palavras, sem dúvida, fariam sentir. Preferiu deixar que a música lhe invadisse a alma. Saiu e guardou suas melhores palavras para o momento certo.
pS: baseado em uma história real, vivenciada por um (a) conhecido (a)
e tive a aprovação para fazer o conto. Do meu jeiito.
Beeijos e abraços pra quem passa ;**
Postado por Daay Barcelos às 18:58 0 comentários
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